Os clássicos da música eletrônica

Por Michelle Lago

Não é porque eu sou a maior fã de música eletrônica que é suspeita a minha opinião de que os clássicos regravados e transformados em música eletrônica são mesmo muito bons. Eles, de fato, são mesmo.

Há diversos tipos dessa transformação. E para o leitor entender o que eu quero dizer darei um “breve” em cada uma.

Ritmo Trocado, Cantor Trocado

Músicas que foram totalmente modificadas da versão original, mas que ainda assim é possível ver de que canção ela se originou.

Dj Antoine – Every breath you take

Versão antiga e nova juntas

Quem nunca ouviu aquela batida maravilhosa que do nada ficava “lentinha”?

Global Deejays – The sound of San Francisco

Global Deejays – California Dreamim

Global Deejays – What A feeling

A mesma canção com o ritmo novo

Essa geralmente acontece nas músicas mais recentes. Não somente os clássicos que marcaram época ganham versões inovadoras. Os programas Lunch Break e Vibe 97 da Rádio Energia 97 tocam 1 hora de músicas remixadas e muitas vezes eles adaptam música de artistas como Lady Gaga, Black Eyed Peas, Katy Perry na versão dançante.

Katy Perry – Waking Up in Vegas

The Black Eyes Peas – I gotta a feeling

Tropeço Musical perguntou a Jaqueline Lopes, uma fã de muitas músicas que já foram regravadas, sua opinião sobre essa nova adaptação. “Às vezes a música melhora e ganha uma nova visão, um novo estilo. Mas quando uma música é muito clássica e muda de um jeito drástico, pode ser que desagradem muitos fãs da versão original.”

Mesmo que isso possa desagradar muitas pessoas que gostem da música clássica, sabemos que as remixagens e adaptações provavelmente nunca irão acabar, ela é uma forma de mostrar aos jovens um novo lado dessas canções. Daqui uns anos eu creio que veremos muitas músicas dessa geração com um ritmo ainda mais inovador. Espero que as novas adaptações sejam tão boas quanto as de agora.

Caso tenham sugestões de pautas ou dúvidas, escrevam pra gente: tropecomusical@hotmail.com

Música e esporte

Por Felipe Bolzoni

Música e esporte têm por características a diversão, o entretenimento, modo de se expressar, determinação de um autor para escrever uma música, um atleta para competir e vencer, etc. Por todas essas semelhanças, não é à toa que ambos estão interligados e conseguem juntos emocionar, provocar e até mesmo unir uma nação inteira.

O que seria de um jogo de futebol sem os cantos das torcidas que embalam e contagiam os jogadores dentro de campo? O que seria uma copa do mundo sem os hinos de cada nação, que faz um país parar para cantar, seja em frente a um televisor ou até mesmo no estádio?

Para nós brasileiros, uma música que ficou muito marcada e que até hoje emociona a todos é o “Tema da Vitória”, uma canção instrumental composta especialmente para as transmissões da Fórmula 1 pela Rede Globo. A música foi composta pelo maestro Eduardo Souto Neto e embalou o tricampeonato de Nelson Piquet. Sua marca foi consagrada junto ao herói nacional Aryton Senna e suas vitórias que emocionavam não só nós brasileiros, mas todo o mundo.

Praticamente todos os eventos esportivos acabam tendo uma música tema, que faz com que o mesmo se torne especial e inesquecível. Um exemplo mais recente foi o pentacampeonato da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2002. Naquela época duas músicas tocavam sem parar nos meios de comunicação e acabaram virando tema da conquista inédita da camisa amarelinha. São elas “Deixa vida me levar” de Serginho Meriti, interpretada por Zeca Pagodinho e “Sorte Grande” de Lourenço, interpretada pela Ivete Sangalo.

Mas essa cultura de unir música e esporte não é recente. Na Copa do Mundo de 1970 realizada no México, a música “Pra frente Brasil”, se tornou símbolo da conquista brasileira em um momento conturbado politicamente que consolidou um regime militar e uma ditadura forte sofrida por todos os brasileiros da época.  A música relata um apelo do governo militar de que a população deveria se unir para seguir em frente e não deixar quebrar a corrente: “Noventa milhões em ação… É aquela corrente pra frente… Parece que todo Brasil deu a mão…”, fazendo uma analogia dos jogos da seleção nacional de futebol no mundial do México com a luta do governo contra a “ameaça vermelha”, dos comunistas.

Em competições internacionais, a música “We are the Champions” interpretada pela clássica banda Queen, é disparada a música que mais contagia atletas e torcidas na hora da comemoração. Na Copa do Mundo deste ano, na África do Sul, as vuvuzelas, um tipo de corneta feita de plástico, já promete ser o som que contagiará praticamente todos os jogos da competição.

Torcedor da África do Sul tocando vuvuzela

Afinal, qual música vocês acham que será o tema da seleção na Copa do Mundo 2010? Será que vai ser o rebolation? Deixe seu comentário e dê sua opinião de uma música que pode ser o tema da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2010!

Caso tenham sugestões de pautas ou dúvidas, escrevam pra gente: tropecomusical@hotmail.com

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