Bike Hero

Por Léo Cardoso

São 1:53 da manhã, eu já estava me preparando para ir dormir quando fuçando no Youtube eu acho uma das coisas mais impressionantes do mundo!

Quem conhece o Guitar Hero sabe da dificuldade de se jogar esse jogo, seja no controle ou na famosa guitarrinha você tem que ter o dom para coisa.

Bom vejam como cebeça vazia nem sempre é a oficina do Diabo, a falta do que fazer as vezes pode ser muito bem aproveitada, alguns malucos tiveram a coragem de montar toda a temática do jogo Guitar Hero no meio da rua, colocar lusinhas coloridas no guidão de uma magrela, e remontar toda musica “Prisoner of Society” da banda The Living End.

O trabalho é genial e vale a pena perder 4 minutinhos do seu dia para ver isso!

Vídeo:

Clip Prisoner of Society – The Living End

Caso tenham sugestões de pautas ou dúvidas, escrevam pra gente: tropecomusical@hotmail.com

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Perdemos mais um…

Por Léo Cardoso

É não adianta querer escrever sobre algo interessante e novo ultimamente,o mundo do Heavy Metal vem perdendo mais e mais componentes nesses últimos tempos, a vez agora foi de Paul Dedrick Gray, baixista e membro fundador da banda de New Metal americana Slipknot.

Paul foi encontrado morto na manha desta segunda feira (24) em um quarto de hotel na cidade de Des Moines, no estado de Iowa (EUA), as causas da morte ainda não foram divulgadas.

A contribuição da banda Slipknot para o rock é inegável, a banda apostou em uma nova sonoridade de musicas pesadas mais simples, letras com conteúdo e presença de palco esmagadora para conquistar seus fãs, usando mascaras aterradoras e fazendo dos seus shows performances dignas de um filme de terror os nove integrantes do Slipknot gravaram seu nome na historia do Metal em grande estilo!

Torço para que a banda continue seu excelente trabalho em memória de Paul Gray!

I am a world before I am a man.

I was a creature before I could stand.

I will remember before I forget.

Before I forget that!

Saiba mais em:

http://www.slipknot1.com/

http://www.slipknotbr.com/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Slipknot

Caso tenham sugestões de pautas ou dúvidas, escrevam pra gente: tropecomusical@hotmail.com

Os clássicos da música eletrônica

Por Michelle Lago

Não é porque eu sou a maior fã de música eletrônica que é suspeita a minha opinião de que os clássicos regravados e transformados em música eletrônica são mesmo muito bons. Eles, de fato, são mesmo.

Há diversos tipos dessa transformação. E para o leitor entender o que eu quero dizer darei um “breve” em cada uma.

Ritmo Trocado, Cantor Trocado

Músicas que foram totalmente modificadas da versão original, mas que ainda assim é possível ver de que canção ela se originou.

Dj Antoine – Every breath you take

Versão antiga e nova juntas

Quem nunca ouviu aquela batida maravilhosa que do nada ficava “lentinha”?

Global Deejays – The sound of San Francisco

Global Deejays – California Dreamim

Global Deejays – What A feeling

A mesma canção com o ritmo novo

Essa geralmente acontece nas músicas mais recentes. Não somente os clássicos que marcaram época ganham versões inovadoras. Os programas Lunch Break e Vibe 97 da Rádio Energia 97 tocam 1 hora de músicas remixadas e muitas vezes eles adaptam música de artistas como Lady Gaga, Black Eyed Peas, Katy Perry na versão dançante.

Katy Perry – Waking Up in Vegas

The Black Eyes Peas – I gotta a feeling

Tropeço Musical perguntou a Jaqueline Lopes, uma fã de muitas músicas que já foram regravadas, sua opinião sobre essa nova adaptação. “Às vezes a música melhora e ganha uma nova visão, um novo estilo. Mas quando uma música é muito clássica e muda de um jeito drástico, pode ser que desagradem muitos fãs da versão original.”

Mesmo que isso possa desagradar muitas pessoas que gostem da música clássica, sabemos que as remixagens e adaptações provavelmente nunca irão acabar, ela é uma forma de mostrar aos jovens um novo lado dessas canções. Daqui uns anos eu creio que veremos muitas músicas dessa geração com um ritmo ainda mais inovador. Espero que as novas adaptações sejam tão boas quanto as de agora.

Caso tenham sugestões de pautas ou dúvidas, escrevam pra gente: tropecomusical@hotmail.com

Quando os Deuses dizem adeus

Por Léo Cardoso

É difícil escrever algo que soe bonito sobre a morte de alguém, e minha intenção não é essa. Gostaria só de demonstrar um pouco da minha tristeza de fã. Na manhã do último domingo (16) a música perdeu mais uma de suas lendas, um Deus para o Heavy Metal, Ronnie James Dio, 67, que vinha há meses lutando contra um câncer no estomago.

Deuses não morrem, eles apenas se afastam para poder descansar, e Dio vai continuar vivendo através de sua música, seja no Black Sabbath, Rainbow ou por meio de sua carreira solo. O baixinho, dono da voz mais marcante do Metal, vai continuar, de longe, a influenciar todos os seus adimiradores.

O mais difícil nessa hora é ver como algumas pessoas conseguem desrespeitar a dor dos fãs que ainda estão digerindo a notícia de forma lenta e dolorosa. Me refiro aqui ao jornalista André Forastieri, que um dia depois da morte de Dio publicou em seu Blog no portal de notícias R7 um texto falando sobre o ocorrido.

http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/2010/05/17/ronnie-james-dio-o-deus-ridiculo-do-rock/

Eu não sou ninguém para criticar sua atitude muito menos o seu texto, afinal, cada um tem uma opinião, bem como eu tenho a minha.

Para mim quem tem coragem para fazer faz, e quem não tem critica, sua falta de respeito ao trabalho de um artista que dedicou boa parte da sua vida ao Heavy Metal me soa como insulto. Em seu texto ele diz: “Agora, tem sentido um roqueiro de 67 anos que canta sobre o eterno combate entre o bem e o mal, em canções repletas de dragões assustadores, cavernas assombradas, magos impolutos etc.? Hm, bem, não.” Pois eu digo que sim, e talvez essa fosse a grande magia de Dio, e por mais que ele tivesse “envelhecido mal”,  “ficado careca” e “encarquilhado” tenho certeza que ele o fez da melhor maneira possível, sempre levando seu trabalho e seu amor à música adiante, afinal Forastieri, esse é um processo natural da vida que inevitavelmente todo nós vamos passar.

Um dia, em alguma aula da faculdade que eu não me recordo qual era, um professor me disse para sempre ter cuidado com as palavras que nós jornalistas escrevemos sobre alguém, como “formadores de opinião” podemos cometer erros e injustiças terríveis, e fico triste por ver que alguns chegam a sentir prazer nisso, espero não cometer erros assim no futuro, pois o seu texto nada mais é do que um ataque gratuito ao trabalho, aos fãs e à memória de RONNIE JAMES DIO, excepcional vocalista da lendária banda Black Sabbath e talvez um dos melhores do mundo.

 

Obrigado por tudo Dio.

No sign of the morning coming

You’ve been left on your own

Like a rainbow in the dark

A rainbow in the dark…

Saiba mais em:

http://entretenimento.r7.com/musica/noticias/morre-ronnie-james-dio-um-estilista-do-heavy-metal-20100516.html

http://champ-vinyl.blogspot.com/2010/05/carta-aberta-ao-sr-andre-forastieri.html

http://kissfm.com.br/noticias/mundo-do-rock-lamenta-morte-de-dio/

http://colunasleeversbatalha.blogspot.com/2009/06/conexao-com-deus-ronnie-james-dio.html

http://whiplash.net/materias/opinioes/107993-dio.html

Videos:

Valeu Jair!

Por Felipe Bolzoni

Quem tem a capacidade de empolgar uma pessoa que fica em casa num sábado à noite, simplesmente sem nada para fazer?

Ontem estava literalmente caçando algo para assistir na televisão, mas como de costume num sábado à noite, minhas opções eram Zorra Total, milhares de filmes repetidos, compactos de jogos de futebol etc. Já beirava uma hora da manhã, quando coloquei na saudosa TV Cultura que estava transmitindo, ao vivo, a virada cultural de São Paulo. E por sorte naquele momento, acabara de começar um show espetacular de Jair Rodrigues.

Autêntico, simples e empolgante Jair mostrou que é um dos maiores intérpretes da música popular brasileira. Com uma banda genial, Jair Rodrigues fez milhares de pessoas cantarem com ele em plena Praça da República diversos clássicos do nosso samba, homenageando Adoniran Barbosa, que completaria 100 anos em 2010, e sua parceira em diversos Festivais de música Elis Regina.

Jair Rodrigues e seus 71 anos recém completados deram uma aula de alegria e prazer de viver intensamente cada minuto. Após uma hora de espetáculo, já no fim, olho para a televisão e vejo Jair Rodrigues “plantando uma bananeira” no palco; ato que fez a platéia vibrar e aplaudí-lo por muito tempo.

Enfim, nada mais justo do que eu agradecer este grande cantor por ter me entretido em uma madrugada que tinha tudo para ser patética. Jair Rodrigues é exemplo de como se faz um show de verdade e através deste, nos traz o melhor do samba e sertanejo nacional e dá uma aula de como ser um dos melhores intérpretes do Brasil.

Discografia:

  • Vou de samba com você (1964)
  • O samba como ele é (1964)
  • Dois na BossaElis Regina e Jair Rodrigues (1965)
  • O sorriso do Jair (1966)
  • Dois na Bossa nº 2Elis Regina & Jair Rodrigues (1966)
  • Dois na Bossa nº 3Elis Regina & Jair Rodrigues (1967)
  • Jair (1967)
  • Menino rei da alegria (1968)
  • Jair de todos os sambas (1969)
  • Jair de todos os sambas nº 2 (1969)
  • Talento e bossa de Jair Rodrigues (1970)
  • É isso aí (1971)
  • Festa para um rei negro (1971)
  • Com a corda toda (1972)
  • Orgulho de um sambista (1973)
  • Abra um sorriso novamente (1974)
  • Jair Rodrigues dez anos depois (1974)
  • Ao vivo no Olympia de Paris (1975)
  • Eu sou o samba (1975)
  • Minha hora e vez (1976)
  • Estou com o samba e não abro (1977)
  • Pisei chão (1978)
  • Antologia da seresta (1979)
  • Couro comendo (1979)
  • Estou lhe devendo um sorriso (1980)
  • Antologia da seresta nº 2 (1981)
  • Alegria de um povo (1981)
  • Jair Rodrigues de Oliveira (1982)
  • Carinhoso (1983)
  • Luzes do prazer (1984)
  • Jair Rodrigues (1985)
  • Jair Rodrigues (1988)
  • Lamento sertanejo (1991)
  • Viva meu samba (1994)
  • Eu sou… Jair Rodrigues (1996)
  • De todas as bossas (1998)
  • 500 anos de folia-100% ao vivo (1999)
  • 500 anos de folia vol. 2 (2000)
  • Intérprete (2002)
  • A nova bossa (2004)
  • Alma negra (2005)
  • Jair Rodrigues – Programa Ensaio – Brasil 1991 (CD e DVD, 2006)
  • Festa Para Um Rei Negro (CD e DVD 2009)

Música e esporte

Por Felipe Bolzoni

Música e esporte têm por características a diversão, o entretenimento, modo de se expressar, determinação de um autor para escrever uma música, um atleta para competir e vencer, etc. Por todas essas semelhanças, não é à toa que ambos estão interligados e conseguem juntos emocionar, provocar e até mesmo unir uma nação inteira.

O que seria de um jogo de futebol sem os cantos das torcidas que embalam e contagiam os jogadores dentro de campo? O que seria uma copa do mundo sem os hinos de cada nação, que faz um país parar para cantar, seja em frente a um televisor ou até mesmo no estádio?

Para nós brasileiros, uma música que ficou muito marcada e que até hoje emociona a todos é o “Tema da Vitória”, uma canção instrumental composta especialmente para as transmissões da Fórmula 1 pela Rede Globo. A música foi composta pelo maestro Eduardo Souto Neto e embalou o tricampeonato de Nelson Piquet. Sua marca foi consagrada junto ao herói nacional Aryton Senna e suas vitórias que emocionavam não só nós brasileiros, mas todo o mundo.

Praticamente todos os eventos esportivos acabam tendo uma música tema, que faz com que o mesmo se torne especial e inesquecível. Um exemplo mais recente foi o pentacampeonato da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2002. Naquela época duas músicas tocavam sem parar nos meios de comunicação e acabaram virando tema da conquista inédita da camisa amarelinha. São elas “Deixa vida me levar” de Serginho Meriti, interpretada por Zeca Pagodinho e “Sorte Grande” de Lourenço, interpretada pela Ivete Sangalo.

Mas essa cultura de unir música e esporte não é recente. Na Copa do Mundo de 1970 realizada no México, a música “Pra frente Brasil”, se tornou símbolo da conquista brasileira em um momento conturbado politicamente que consolidou um regime militar e uma ditadura forte sofrida por todos os brasileiros da época.  A música relata um apelo do governo militar de que a população deveria se unir para seguir em frente e não deixar quebrar a corrente: “Noventa milhões em ação… É aquela corrente pra frente… Parece que todo Brasil deu a mão…”, fazendo uma analogia dos jogos da seleção nacional de futebol no mundial do México com a luta do governo contra a “ameaça vermelha”, dos comunistas.

Em competições internacionais, a música “We are the Champions” interpretada pela clássica banda Queen, é disparada a música que mais contagia atletas e torcidas na hora da comemoração. Na Copa do Mundo deste ano, na África do Sul, as vuvuzelas, um tipo de corneta feita de plástico, já promete ser o som que contagiará praticamente todos os jogos da competição.

Torcedor da África do Sul tocando vuvuzela

Afinal, qual música vocês acham que será o tema da seleção na Copa do Mundo 2010? Será que vai ser o rebolation? Deixe seu comentário e dê sua opinião de uma música que pode ser o tema da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2010!

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Puts, puts, puts…

Por Michelle Lago

“Around the decks (Em volta das caixas de som)

Around the world (Em volta do mundo)

Let the music blow the groove (Deixe a música tocar o groove)

Let the music feel the groove (Deixe a música sentir o groove)”

O trechinho acima faz parte de uma música que homenageia nada mais, nada menos alguns daqueles que manjam muito, muito, muito do som eletrônico. Ou melhor, aqueles que fazem esse som, os Djs.

A música se chama “Black is Black to Decks”, do Milton Channels, e para os curiosos que quiserem ouvir, aí vai ela:

\”Black is Black to decks\” – Milton Channels

Ela não só fala dos Djs, como nos inclui, afinal:

“and me, and you, and me, and you…”

O que vou falar hoje não é só sobre esta música, ela é apenas um exemplo do que é o som eletrônico nos mostrando que ele não deixa a desejar.

A música eletrônica é um conjunto de sons modificados por equipamentos e instrumentos eletrônicos, daí a origem do nome. Começou a se popularizar com o surgimento dos sintetizadores digitais, porém o “boom” ocorreu com os computadores pessoais com recursos de áudio e a facilidade para se montar um home-studio, isso é, um estúdio na própria casa, sendo possível estimular as funcionalidades de instrumentos musicais com autonomia.

Muitos artistas, então, começaram a se destacar dando aberturas para diversos estilos de música eletrônica, pois, assim como mostrei na tirinha do Heavy Metal, o fã da música eletrônica também pode ser considerado eclético, afinal esse estilo se ramificou em House, Trance, Acid House, Techno, Hardcore Techno, Full On, Breakbeat, Drum ´n´ Bass, Ambient, Tribal e muitos outros. Ou seja, para quem acha que música eletrônica é tudo igual…

Estilo: Drum \’N\’ Bass

Estilo: Techno

Estilo: House

…ela definitivamente, não é.

Se você curte esses (ou alguns desses) estilos, aí vão algumas dicas de lugares para dançar muito:

PachaÉbanoSecrettMezzanineClub A

Os amantes da música eletrônica não devem esquecer que hoje acontece a segunda edição do Skol Sensation, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Se você não garantiu seu ingresso, corra que ainda há tempo.

E para aqueles que preferem as raves, uma ótima opção é a Electrance, que acontecerá no próximo dia 24, no espaço Magic City, localizado na cidade de Suzano. Para mais informações:

https://www.ticket360.com.br/evento/27/electrance

Aproveitem!

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