Top 10 Guitarras Bizarras!

Por Léo Cardoso

Bom, desta vez trago até vocês, meus amigos, o TOP 10 GUITARRAS BIZARRAS:

10. Guitarra do Green

Muito usada por músicos como Bob Marley, Peter Tosh e derivados.

9. Guitarra AK47

Eu usaria uma dessa fácil!

8. Guitarra XYZ


Tá, e como toca essa merda?

7. Guitarra The Wangcaster


Você toca, as mulheres adoram!

6. Guitarra de 12 braços O.O!


Simplesmente pra que?

5. Guitarra ???


O pior é saber que o Prince tocava mesmo uma dessa…

4. Guitarra na Lata


Para o bom e velho Metal Pedreiro!

3. Guitarra MegaDrive


Será que dá pra jogar um Sonic ainda?

2. Air Guitar


A que só os inteligentes podem ver!

1. Lolla’s Guitar


Para meninos extremamente solitários.

O Ministério da Saúde Adverte:

Ouvir Rock’n’Roll em demasia pode causar extrema dependência


Video:

Só para provar que tem gente sem vida social e que consegue tocar umas bizarrices dessas!

Links para aprender um pouco mais:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guitarra_el%C3%A9trica

http://www.sobresites.com/guitarra/

http://www.cifras.com.br/escalas-guitarra.asp

Caso tenham sugestões de pautas ou dúvidas, escrevam pra gente: tropecomusical@hotmail.com

Filho de peixe…

Por Michelle Lago

Todos (ou quase todos) nós sabemos que no mundo da música há aqueles que engrenaram na carreira com uma ajudinha essencial: o famoso paitrocínio. Já ouviram falar no termo?! Pra quem não sabe, o paitrocínio é o apoio que vem dos pais, explicando melhor: quando um pai é famoso, dificilmente o filho não vai ser. A não ser que ele não queira… E olhe lá!

Infelizmente, há aqueles cantores que não herdaram o talento dos papais (que, venhamos e convenhamos, só fazem sucesso graças a você sabe o que), mas que conquistam o mesmo número de fãs, geralmente do mesmo publico, pois muita gente acha que filho de peixe, peixinho é. Em alguns casos, sim. Há os felizardos que herdaram o dom de cantar. Não vou ficar falando quem herdou ou deixou de herdar, a listinha com alguns casos desse fato está abaixo para você mesmo ver e conferir quem acha quem tem ou não tem esse talento.

Preta Gil (Filha do cantor Gilberto Gil)

Nascida em 1974, no Rio de janeiro, viveu na cidade no auge dos anos 80. Como sabemos a música nesta época marcou história. A cantora ia todos os fins de semana ao show do Circo Voador e, segundo ela, vivia sempre nos bastidores. Percebeu que este ambiente a atraía e então, neste mesmo período, começou a estudar para ser atriz e cantora. Em 2003, gravou seu primeiro álbum “Prêt-à Porter” que trouxe muita polêmica. Em sua capa a atriz aparece nua, pois se sentia como estivesse renascendo com o trabalho e como nascemos nus… Gravou outro CD intutulado “Preta”, em setembro de 2005. Atualmente trabalha no novela da Rede Globo Viver a Vida, de Manoel Carlos, onde interpreta Eduarda.

Wanessa Camargo (Filha de Zezé di Camargo)

Desde muito nova, Wanessa tinha vontade de seguir carreira artística. Devido a problemas familiares, ela foi mandada aos EUA, onde viu que o canto era o que interessava. Em 1999, aos dezessete anos, assina contrato com a Sony Music, na época BMG. Seu primeiro CD, Wanessa Camargo, foi lançado em 2000. Mais dois álbuns com o mesmo nome saíram em 2001 e 2001. Com nove anos de carreira, Wanessa já vendeu mais de dois milhões de CDs e DVDs. É a cantora mais nova da geração que mais vende discos.

Luiza Possi (Filha de Zizi Possi)

Em 1999, Luisa cantou “O Vento”, de Jota Quest, apenas ao som de sua voz e do piano, para abrir o show do Skank, no Credicard Hall, em São Paulo. Seguiu cantando de maneira informal com outras bandas. Em 2001, ao lado de sua mãe, Zizi Possi, participou do Programa do Jô, exibido na Rede Globo, cantando a música “Angel”, tema do filme “Cidade dos Anjos”. Recebeu convites para gravar um dia depois. Gravou seu primeiro disco neste mesmo ano, produzido por Rick Bonadio.

Maria Rita (Filha de Elis Regina)

A cantora nasceu em 1977 e desde muito jovem teve o desejo de ser cantora. Apenas aos 24 anos iniciou sua carreira, pelo fato de sua mãe ser muito famosa no Brasil, suas obras foram adiadas. Consagrou-se como o novo ícone da MPB. Ganhou prêmios como Grammy Latino, Prêmio Multishow de Música e Prêmio Tim.

Filipe Galvão – Fiuk (Filho de Fábio Jr)

Filipe montou sua banda Emocore, Hóri, quando conheceu o baterista Xande Bispo em um estúdio no centro comercial de Alphaville. Depois de algumas mudanças na formação, a banda passou a consistir em Fiuk (vocal), Max Klein (guitarra solo e vocal), Renan Augusto (guitarra base e vocal), Fê Campos (baixo) e Xande Bispo (bateria). Depois de dois meses da formação, Hóri fechou contrato com a Warner Music Brasil. A música “Quem sou eu” de sua banda foi selecionada como abertura da 17ª temporada de Malhação, novela que Fiuk, com a apoio de seu pai, fez testes para participar e ganhou papel de protagonista.

Gonzaguinha (Filho de Luiz Gonzaga)

Criado pelos padrinhos, devido à morte muito precoce de sua mãe, compôs sua primeira canção “Lembranças de Primavera” aos 14 anos. Aos 16, foi morar com o pai para estudar. O início de sua carreira foi marcado pela rebeldia, suas canções eram consideradas ásperas e 54 das 72 canções compostas foram censuradas. A partir dos anos 70, ele passou a compor músicas mais aceitáveis para o publico da época, como “Explode Coração” e “Grito de Alegria”. Morreu em 1991, aos 45 anos, vítima de um acidente automobilístico.

Sandy e Júnior (Filhos de Xororó)

Nascidos na cidade de Campinas, no interior de São Paulo, Sandy e Júnior desde pequenos apresentavam gosto pela música, assim como o pai, formando uma dupla mirim. Em 1989, indicados pelo irmão de Xororó, Chitãozinho, eles se apresentaram no Programa Som Brasil, apresentado por Lima Duarte cantando “Maria Chiquinha”, sucesso da dupla Zé-do-rancho e Mariazinha. A partir daí, seguiram juntos até 2007, até que anunciaram o fim da dupla dizendo que estavam se dedicando para projetos diferentes.

 

Luciana Mello e Jairzinho (Filhos de Jair Rodrigues)

Desde os seis anos de idade, Luciana, hoje com 31, vem cantando ao lado de seu pai. Aos 12, ela e seu irmão, Jairzinho, montaram uma banda chamada “Jairzinho e a Patrulha do Barulho” que durou apenas um ano. Mesmo com pouco tempo de duração, com o lançamento de seu disco, eles tiveram oportunidades de viajarem pra diversos lugares. Não foi o fim da banda que fez com que os irmãos se separassem. Eles continuaram a parceria fazendo shows pelo Brasil durante três anos.

Caso tenham sugestões de pautas ou dúvidas, escrevam pra gente: tropecomusical@hotmail.com

Que música vende mais?

Por Felipe Castilho

A indústria musical é responsável por um grande volume de produções em todos os estilos, países e épocas. Desde a invenção dos discos de vinil, no final da década de 40, a música entrou na era da comercialização e vendas de seus produtos. A partir daí surgiram mitos da indústria musical como Elvis Presley, Beach Boys, Beatles, Rolling Stones e mais uma gigantesca quantidade de bandas e músicos de extremo sucesso.

Pouco mais de 60 anos depois da invenção dos discos, me deparo com a lista dos mais vendidos de todos os tempos. Eis os nomes:

1. Thriller – Michael Jackson: 110 milhões de cópias. Hits: Thriller, Beat it.

2. Back in Black – AC/DC: 49 milhões de cópias. Hits: Back in Black, You Shook Me All Night Long.

3. The Dark Side of the Moon – Pink Floyd: 45 milhões de cópias. Hits: Time, Money.

4. The Bodyguard (trilha) – Whitney Houston and Various Artists: 44 milhões de cópias. Hit: I Will Always Love You.

5. Bat Out of Hell – Meat Loaf: 43 milhões de cópias. Hit: Bat Out of Hell

6. Their Greatest Hits – Eagles: 42 milhões de cópias. Hits: Desperado, One of These Nights.

7. Dirty Dancing (trilha) – Various Artists: 42 milhões de cópias. Hit: (I’ve Had) The time of My Life.

8. Millennium – Backstreet Boys: 40 milhões de cópias. Hits: I Want it That Way, Show me The Meaning.

9. Saturday Night Fever – Bee Gees: 40 milhões de cópias. Hits: Satying Alive, How Deep Is Your Love.

10. Rumours – Fleetwood Mac: 40 milhões de cópias. Hits: The Chain, You Make Loving Fun.

Na sequência, aparecem nomes dos mais diversos estilos como Shania Twain, Led Zeppelin, Beatles, Celine Dion, Madonna, Guns N’ Roses. Todos com vendagens incríveis, mas que nem se comparam à Thriller, de Michael Jackson.

Dos 10 mais vendidos, os que mais me agradam são os três primeiros, pois trouxeram uma sonoridade única, inovadora, que mudou e influenciou para sempre todos os sucessores da música.

Veja a lista completa: http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_best-selling_albums_worldwide

Confira os 10 mais vendidos do Brasil: http://procurandovagas.org/os-10-cds-mais-vendidos-do-brasil/

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Até no serviço a gente quer ouvir…

…mas as vezes precisamos ter paciência e esperar!

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Música e esporte

Por Felipe Bolzoni

Música e esporte têm por características a diversão, o entretenimento, modo de se expressar, determinação de um autor para escrever uma música, um atleta para competir e vencer, etc. Por todas essas semelhanças, não é à toa que ambos estão interligados e conseguem juntos emocionar, provocar e até mesmo unir uma nação inteira.

O que seria de um jogo de futebol sem os cantos das torcidas que embalam e contagiam os jogadores dentro de campo? O que seria uma copa do mundo sem os hinos de cada nação, que faz um país parar para cantar, seja em frente a um televisor ou até mesmo no estádio?

Para nós brasileiros, uma música que ficou muito marcada e que até hoje emociona a todos é o “Tema da Vitória”, uma canção instrumental composta especialmente para as transmissões da Fórmula 1 pela Rede Globo. A música foi composta pelo maestro Eduardo Souto Neto e embalou o tricampeonato de Nelson Piquet. Sua marca foi consagrada junto ao herói nacional Aryton Senna e suas vitórias que emocionavam não só nós brasileiros, mas todo o mundo.

Praticamente todos os eventos esportivos acabam tendo uma música tema, que faz com que o mesmo se torne especial e inesquecível. Um exemplo mais recente foi o pentacampeonato da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2002. Naquela época duas músicas tocavam sem parar nos meios de comunicação e acabaram virando tema da conquista inédita da camisa amarelinha. São elas “Deixa vida me levar” de Serginho Meriti, interpretada por Zeca Pagodinho e “Sorte Grande” de Lourenço, interpretada pela Ivete Sangalo.

Mas essa cultura de unir música e esporte não é recente. Na Copa do Mundo de 1970 realizada no México, a música “Pra frente Brasil”, se tornou símbolo da conquista brasileira em um momento conturbado politicamente que consolidou um regime militar e uma ditadura forte sofrida por todos os brasileiros da época.  A música relata um apelo do governo militar de que a população deveria se unir para seguir em frente e não deixar quebrar a corrente: “Noventa milhões em ação… É aquela corrente pra frente… Parece que todo Brasil deu a mão…”, fazendo uma analogia dos jogos da seleção nacional de futebol no mundial do México com a luta do governo contra a “ameaça vermelha”, dos comunistas.

Em competições internacionais, a música “We are the Champions” interpretada pela clássica banda Queen, é disparada a música que mais contagia atletas e torcidas na hora da comemoração. Na Copa do Mundo deste ano, na África do Sul, as vuvuzelas, um tipo de corneta feita de plástico, já promete ser o som que contagiará praticamente todos os jogos da competição.

Torcedor da África do Sul tocando vuvuzela

Afinal, qual música vocês acham que será o tema da seleção na Copa do Mundo 2010? Será que vai ser o rebolation? Deixe seu comentário e dê sua opinião de uma música que pode ser o tema da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2010!

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Puts, puts, puts…

Por Michelle Lago

“Around the decks (Em volta das caixas de som)

Around the world (Em volta do mundo)

Let the music blow the groove (Deixe a música tocar o groove)

Let the music feel the groove (Deixe a música sentir o groove)”

O trechinho acima faz parte de uma música que homenageia nada mais, nada menos alguns daqueles que manjam muito, muito, muito do som eletrônico. Ou melhor, aqueles que fazem esse som, os Djs.

A música se chama “Black is Black to Decks”, do Milton Channels, e para os curiosos que quiserem ouvir, aí vai ela:

\”Black is Black to decks\” – Milton Channels

Ela não só fala dos Djs, como nos inclui, afinal:

“and me, and you, and me, and you…”

O que vou falar hoje não é só sobre esta música, ela é apenas um exemplo do que é o som eletrônico nos mostrando que ele não deixa a desejar.

A música eletrônica é um conjunto de sons modificados por equipamentos e instrumentos eletrônicos, daí a origem do nome. Começou a se popularizar com o surgimento dos sintetizadores digitais, porém o “boom” ocorreu com os computadores pessoais com recursos de áudio e a facilidade para se montar um home-studio, isso é, um estúdio na própria casa, sendo possível estimular as funcionalidades de instrumentos musicais com autonomia.

Muitos artistas, então, começaram a se destacar dando aberturas para diversos estilos de música eletrônica, pois, assim como mostrei na tirinha do Heavy Metal, o fã da música eletrônica também pode ser considerado eclético, afinal esse estilo se ramificou em House, Trance, Acid House, Techno, Hardcore Techno, Full On, Breakbeat, Drum ´n´ Bass, Ambient, Tribal e muitos outros. Ou seja, para quem acha que música eletrônica é tudo igual…

Estilo: Drum \’N\’ Bass

Estilo: Techno

Estilo: House

…ela definitivamente, não é.

Se você curte esses (ou alguns desses) estilos, aí vão algumas dicas de lugares para dançar muito:

PachaÉbanoSecrettMezzanineClub A

Os amantes da música eletrônica não devem esquecer que hoje acontece a segunda edição do Skol Sensation, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Se você não garantiu seu ingresso, corra que ainda há tempo.

E para aqueles que preferem as raves, uma ótima opção é a Electrance, que acontecerá no próximo dia 24, no espaço Magic City, localizado na cidade de Suzano. Para mais informações:

https://www.ticket360.com.br/evento/27/electrance

Aproveitem!

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Weird Al Yankovic: música e humor

Por Felipe Castilho

A vertente das paródias muitas vezes não é levada a sério por parte do público e também da crítica musical. Mas as poucas bandas que se sobressaem costumam conseguir um certo sucesso na mídia. Caso de Weird Al Yankovic, cantor e humorista americano.Weird Al Yankovic

Em 1979, então com 17 anos, Al Yankovic enviou uma fita com gravações de paródias feitas por ele a um programa humorístico do rádio, iniciando assim sua carreira musical. Três anos depois, a banda The Knack fez um show em sua faculdade, e o “parodista” entrou em ação, gravando uma versão cômica do sucesso “My Sharona”, o qual ele chamou de “My Bologna”. Os integrantes do Knack ouviram e gostaram, dando uma oportunidade para Weird Al em sua gravadora, a Capitol Records.

No início dos anos 80, o cantor passou a trabalhar numa emissora de rádio, e produziu a paródia que decolou sua carreira: “Another One Rides The Bus”, versão de uma famosa música do Queen. Foi com essa música que ele conseguiu sua primeira aparição na televisão, no programa “The Tomorrow Show”.

Al Yankovic satiriza Michael Jackson

Ainda nesta década, Al Yankovic saiu em turnê pelos EUA e conseguiu um empresário, que adicionou uma banda para acompanhá-lo em suas apresentações.

Durante as últimas três décadas, Weird Al Yankovic conquistou alguns importantes prêmios, como três discos de ouro e cinco de platina. Seu sucesso se deve a sua música irreverente, ao seu estilo um tanto quanto alternativo, e à inteligência de suas sátiras das músicas rock e pop.

Vídeo de sua primeira oportunidade na TV:

Al Yankovic canta “Fat” (versão de “Bad” de Michael Jackson)

Confira o blog não oficial do cantor: http://yankovic.org/blog/

Seu MySpace: http://www.myspace.com/weirdal

Paródias de vídeos: http://documentotupiniquim.com/?p=523

 

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