Por Michelle Lago
O post de hoje é dedicado a uma grande amiga minha, Carol.
Falarei de uma das maiores cantoras influentes de todos os tempos: Alanis Morrisette.

Todo seu talento começou desde muito cedo, com apenas seis aninhos a cantora, compositora e também atriz, começou a expressar seus sentimentos através da música, tocando piano e praticando o ballet. A vontade de tornar-se cantora era tão intensa que, aos 10 anos de idade, ela escreveu sua primeira música “Fate stay with me” em português “Destino fique comigo” para uma amiga que a considerava colega de trabalho.
Depois disso, Alanis começou a fazer parte de diversos projetos que, cada um a sua maneira, acumularam experiência para a estrela, tornando-a um grande símbolo do mundo da música. Aos 12 anos participou e um programa no canal Nickelodeon, You can`t do that on television e, um ano depois, começou a fazer aberturas de campeonatos esportivos cantando o hino do Canadá. Com todo seu esforço e sua dedicação, ela arrecadou seu próprio dinheiro tornando possível seu sonho de gravar sua primeira musica, aquela que ela havia escrito com 10 anos.

Em 1988, já com 14 anos, Alanis assinou sem primeiro contrato coma MCA Records, no Canadá. Através dele, a cantora lançou dois discos, em 1991, Alanis e em 1992 “Now Is The Time”. Após a gravação de seus discos e com o término do contrato, podemos dizer que a carreira da estrela engrenou de vez. Alanis foi para Los Angeles e conheceu vários produtores musicais e entre eles estava Glen Ballard, o produtor de seu primeiro disco internacional, “Jagged Little Pill”.
Alanis continuou em Los Angeles e é a cidade onde vive hoje. Como ela nasceu no Canadá, naturalizou-se “canadense-americana”
Esse foi um breve histórico que dei sobre a vida da cantora, claro que sua carreira vai muito além. Para se ter uma idéia, abaixo segue a discografia dela entre 1991 e 2008.
1991 – Alanis
1992 – Now is The Time
1995 – Jagged Pill
1998 – Supposed Former
1998 – Space Cakes
2002 – Under Rug Swept
2003 – Feast on Scraps
2004 – So called Chaos
2005 – Jagged Pill Acoustic
2008 – Flavors of Entanglement
Caso tenham sugestões de pautas ou dúvidas, escrevam pra gente: tropecomusical@hotmail.com




mais componentes nesses últimos tempos, a vez agora foi de 

Mesmo que isso possa desagradar muitas pessoas que gostem da música clássica, sabemos que as remixagens e adaptações provavelmente nunca irão acabar, ela é uma forma de mostrar aos jovens um novo lado dessas canções. Daqui uns anos eu creio que veremos muitas músicas dessa geração com um ritmo ainda mais inovador. Espero que as novas adaptações sejam tão boas quanto as de agora.

Um dos baixistas mais influentes de todos os tempos. Iniciou sua carreira musical como baterista, mas após uma fratura na mão teve que abandonar as baquetas, migrando para o instrumento que o consagraria: o baixo. Extremamente inovador, Jaco retirou os trastes de seu contra-baixo elétrico e passou a tocar quase que como um violoncelo, mudando a cara do jazz fusion. Poucos tiveram a destreza e habilidade de criação que Jaco Pastorius mostrou.
Paul dispensa comentários. Sem dúvida é o mais famoso de todos os baixistas do mundo. O escolhi por ter uma técnica apurada, grande criatividade e o principal: canta e toca baixo como poucos. Os que tocam sabem como é complicado conciliar a voz e o contra-baixo, mas Paul faz isso como se fosse a coisa mais fácil. Além disso, quase todos os músicos se espelham em algum membro dos Beatles.
Dono de uma presença de palco genial e de uma velocidade inigualável, Flea é a alma de sua banda, os Red Hot Chili Peppers. O estilo funk (não confundir com o funk brasileiro pelo amor de Deus) possui um swing diferente no baixo, com slaps e linhas mais elaboradas. Flea faz tudo isso e muito mais. Talvez seja o meu preferido.
Mais conhecido por gritar: “One-Two-Three-Four”, Dee Dee Ramone não era muito técnico e não tocava nada de mais. E ainda assim é um dos baixistas que eu mais gosto. Ele era muito carismático e possuía uma presença de palco e uma força impressionantes. Dee Dee e os Ramones disseminaram a ideia do faça você mesmo, mesmo se não souber fazer! E eles sabiam o mínimo para fazer música, mas tinham uma criatividade e um espírito inovador raro. Por isso são uma das maiores bandas de todos os tempos, e Dee Dee um dos maiores baixistas.
Como meu estilo musical favorito é o Hard Rock, não poderia deixar de lado o melhor baixista de Hard Rock: Duff McKagan, ex-Guns N’ Roses e atual Velvet Revolver. Ele tem fortes influências do Punk, o que é perceptível em seu modo de tocar: instrumento abaixo da cintura e sempre usando palheta. E usa sua palheta como poucos, pois explora tudo que ele proporciona, além de tocar com um timbre muito gostoso de se ouvir. Fugindo da proposta do Hard Rock, onde o baixo é um pouco mais secundário, Duff é sempre um dos principais elementos das bandas em que toca, se destacando pela criatividade.
